16.12.2022

A Luz dos Homens | 4º Domingo de Advento | Rev. Thiago Mattos.

A Luz dos Homens.

“A vida estava nele e a vida era a luz dos homens. A luz resplandece nas trevas, e as trevas não prevaleceram contra ela (…) a verdadeira luz, que, vinda ao mundo, ilumina toda a humanidade.” João 1:4,5,9

    Desde que as crianças nasceram, eu e a May sempre reservamos algumas noites, no período do Natal, para irmos ver as decorações luminosas da cidade. E sejamos honestos: não é verdade que as “luzinhas de Natal” dão um ‘clima’ especial ao nosso fim de ano? É um grande atrativo para todos – crianças e adultos gostam muito de sair pra ver as luzinhas (aqui em casa, eu confesso, os adultos talvez gostem mais que as crianças)…


    No entanto, você já deve ter reparado que as decorações natalinas, principalmente, as “luzinhas”, tem diminuído ao longo dos anos? Se, por enquanto, elas seguem firmes nas lojas e shoppings (o que, claramente, tem uma motivação lucrativa por trás), os prédios públicos, as ruas, casas e apartamentos, enfeitam cada vez menos. E é evidente que isso se dá pela secularização crescente da importância do Natal: o que interessa, nas “festas de fim de ano” é aquecer a economia e não necessariamente celebrar Aquele que é a Luz do Mundo.

O verbo de Deus é a Luz dos Homens.

    No início do relato de João sobre o Evangelho, o evangelista faz questão de enfatizar que o Verbo encarnado de Deus é também a Luz dos Homens! Uma Luz tão poderosa que as trevas não prevalecem contra ela; uma Luz tão graciosa que ilumina toda humanidade. A idéia de associar o advento de Jesus com uma Luz tão poderosa e graciosa está vinculada a profecia de Isaías 9:1-7, especialmente ao versículo 2: “O povo que andava em trevas viu grande luz, e aos que vivam na região da sombra da morte resplandeceu-lhes a luz.”


   A oposição entre luz e trevas é algo recorrente na Bíblia. Infelizmente, muitos acabam encampando um discurso étnico distorcido por trás dessa analogia e, assim, acusam a Bíblia e os cristãos de serem racistas ou preconceituosos. E, para nossa tristeza, muitos cristãos acabam assumindo esses ideais achando que essa associação da luz com algo bom e das trevas com algo ruim é preconceituosa. Diante disso, é muito triste termos que explicar o óbvio – evidentemente, o texto não está falando de identidade étnica.

Como o Senhor, Deus criou a Luz.

     A Bíblia associa o pecado e a maldade do homem com as trevas e o motivo é bastante claro – o pecado nos separa de Deus e nos leva para uma realidade “sem Deus” que se assemelha ao momento que antecede a Criação, quando “…a terra era ser forma e vazia; havia trevas sobre a face do abismo…” – Gn 1:2. Ao dizer que Jesus é a Luz dos Homens, a Palavra está dizendo que Jesus é Aquele que pode nos levar de volta a realidade maravilhosa da criação original de Deus; realidade sem pecado, sem maldade – a realidade da eternidade.

  O 4º domingo do Advento nos lembra essa realidade maravilhosa! A realidade de que, assim como o SENHOR Deus criou a Luz, agora, em Cristo, olha para o nosso coração e proclama poderosamente “Haja luz!” e, assim, nós podemos desfrutar da verdadeira luz, que, vinda ao mundo, ilumina toda humanidade.”

   Celebremos o Natal nos lembrando que Jesus é a verdadeira luz que ilumina nossas vidas na santidade do SENHOR!

Feliz Natal.

Rev. Thiago Mattos de Lara 

Igreja Presbiteriana do Tarumã

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