26.10.2021

O verdadeiro amor produz consciência tranquila

O amor e a consciência

O verdadeiro amor produz consciência tranquila somente quando entendemos que é através do sacrifício por amar nossos irmãos.  O texto bíblico a seguir nos oferecerá a base para o desenvolvimento desse pensamento:

“E nisto conheceremos que somos da verdade, bem como, perante ele, tranquilizaremos o nosso coração; pois, se o nosso coração nos acusar, certamente, Deus é maior do que o nosso coração e conhece todas as coisas.1 João 3.19-20

Nosso coração, inevitavelmente, irá nos acusar

Como temos visto ao longo da exposição sequencial de 1 João, sabemos que a grande evidência da nova vida em Cristo é o exercício do amor, onde deixamos uma vida de egoísmo a fim de nos doarmos uns para com os outros.

É evidente que tudo isso será provado diante dos eminentes confrontos que teremos por causa da nossa fé, seja no trabalho, na faculdade/escola, e até mesmo em casa pelos nossos familiares. Por mais que tais confrontos não nos abalem, não gostamos de passar por isso. Isso acontece de uma forma externa. Mas não sejamos ingênuos: nosso coração pode nos confrontar e acusar muitas vezes, mais e melhor do que qualquer outro fator.

No último domingo, pudemos ser edificados por uma mensagem que nos diz que inevitavelmente seremos acusados pelo nosso próprio coração, porém o amor verdadeiro produz consciência tranquila, e se quisermos viver assim, saibamos que o exercício constante do amor ao próximo é fundamental para a vida cristã.; mensagem, esta, ministrada pelo Rev. Thiago Mattos em 1 João 3.19-20.

Precisamos amar de verdade porque Jesus nos ama de verdade

Diante dessa exposição, que entendamos que o verdadeiro amor indica que vivemos a verdade, uma realidade baseada no que que Deus diz ser verdade, e por isso precisamos amar de verdade.

Também, o verdadeiro amor tranquiliza o nosso coração diante de Deus, e este amor está baseado no que Jesus fez, pois quando o nosso coração nos acusa precisamos lembrar que é pela fé que a obra de Jesus é colocada em nós.

E diante disso sabemos que, mesmo que o nosso coração nos condene, o Justo Juiz não nos condenou, mesmo sabendo quem somos; e com isso devemos lembrar que Ele é maior que tudo, inclusive do nosso coração.

Assista agora a esta mensagem:

Caso prefira, clique aqui e acesse o vídeo diretamente no YouTube

Pregação ministrada pelo Rev. Thiago Mattos a partir de 1 João 3.19-20 na Igreja Presbiteriana do Tarumã, em Curitiba, no dia 24.10.2021.

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Sem. Narciso Braun
Igreja Presbiteriana do Tarumã
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